Vol. 35 (2020): Futuros posibles para las escuelas y la educación
Miscelánea

Perfil socioeconómico y desempeño de estudiantes de pregrado en educación física en ENADE / BRASIL

Antonio Evanildo Cardoso De Medeiros Filho
Universidade Regional do Cariri
Biografía
Ítalo Breno Rocha Roseira
Universidade Estadual do Ceará
Biografía
José Airton de Freitas Pontes Junior
Universidade Estadual do Ceará
Biografía
Portada TP 35
Publicado septiembre 16, 2019

Palabras clave:

formación de profesores, rendimiento académico enseñanza superior, evaluación educativa

Resumen

La expansión de la educación superior en Brasil ha permitido aumentar el número de cursos y nuevas oportunidades de ingreso, lo que resulta en la necesidad de evaluación por parte de los estudiantes y las instituciones de capacitación. Dado lo anterior, se esbozaron dos objetivos: i) identificar en la literatura científica asociaciones de variables socioeconómicas con el desempeño de estudiantes de pregrado en ENADE, y ii) asociar el perfil socioeconómico de los estudiantes de los cursos de Grado de Educación Física con el desempeño en el campo. ENADE 2017. Para la revisión integradora, se siguieron los pasos metodológicos sugeridos por Mendes, Silveira y Galvão (2008). En el segundo momento con el análisis de desempeño de los estudiantes de Educación Física en ENADE 2017, participaron 27,134 estudiantes (edad promedio 26,83, sd = 6,71) matriculados en cursos de Educación Física. La mayoría de los estudios seleccionados en la revisión integradora muestran una asociación entre el desempeño y los factores socioeconómicos, especialmente con respecto al ingreso familiar. En cuanto a la participación de estudiantes de Educación Física en ENA-DE 2017, los resultados mostraron un mayor desempeño por parte de los estudiantes que, además de tener ingresos, aún reciben ayuda de la familia u otros para financiar gastos durante y relacionados con la capacitación. El estudio también señaló que el rendimiento más alto se refiere a los estudiantes cuyos padres tenían un mayor nivel de educación.

Citas

Andere, E. (2015). Are teachers crucial for academic achievement? Finland educational success in a comparative perspective. Education Policy Analysis Archives, 23(39), pp. 1-27. doi: 10.14507/epaa.v23.1752

Ardila, A. (2011). Predictors of university academic performance in Colombia. International Journal of Educational Research, 35(4), pp. 411-417. doi: 10.1016/S0883-0355(01)00038-6

Barros, A. S. X. (2015). Expansão da educação superior no Brasil: Limites e possibilidades. Educação & Sociedade, 36(131), pp. 361-390. Recuperado de http://www.redalyc.org/arti- culo.oa?id=87342191005. https://doi.org/10.1590/ES0101-7330201596208

Brasil, ABED Censo EaD. (2017). Relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil 2017. Curitiba: IBPEX. Recuperado de http://abed.org.br/arquivos/CENSO_EAD_BR_2018_im- presso.pdf.

Cabral, A., Neto., A. M. A. A., & Castro, A. A. (2011). A supremacia da iniciativa privada na expan- são do ensino superior: realidade brasileira e repercussões no RN. In: A. Cabral Neto, I. V. Nas- cimento, & V. L. J. Chaves (Orgs.) (2011). Política de expansão da educação superior no Brasil: democra- tização às avessas. (pp. 15-37). São Paulo: Xamã.

Faria, E. O. (2017). Uma análise dos fatores determinantes do desempenho dos alunos dos cursos superiores em Administração do Distrito Federal (Dissertação de mestrado) Universidade de Brasília, Brasília, DF, Brasil. Recuperado em 05 de janeiro de 2019, de http://repositorio.unb.br/han- dle/10482/23344.

Galvan, J. L. (2017). Writing Literature Reviews: A Guide for Students of the Social and Behavioral Sciences. Moutledge. https://doi.org/10.4324/9781315229386

Giada, A., Giovanni, B., & Vincenza, C. (2014). A new indicator for higher education student per- formance. Higher Education, 68(5), pp. 653–668. doi: 10.1007/s10734-014-9737-x

Horowitz, J. B., & Spector, L. (2005). Is there a difference between private and public education on college performance? Economics of Education Review, 24(2), pp. 189–195. doi: 10.1016/j.econedurev.2004.03.007

Instituto Brasileiro de Geográfia e Estatística-IBGE. (2016). Pesquisa de Orçamentos Familiares. Brasil. Recuperado em 15 de janeiro de 2019, de https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/rendi- mento-despesa-e-consumo/9050-pesquisa-de-orcamentos-familiares.html?=&t=o-que-e.

Mendes, K. D. S., Silveira, R. C. C. P., & Galvão, C. M. (2008). Revisão integrativa: método de pes- quisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto & Contexto-Enfermagem, 17(4), pp. 758-764. doi: 10.1590/S0104-07072008000400018

Michelotto, R. M., Coelho, R. H., & Zainko, M. A. S. (2006). A política de expansão da educação superior e a proposta de reforma universitária do governo Lula. Educar em Revista, 22(28), pp. 179-198. doi: dx.doi.org/10.1590/S0104-40602006000200012.

Moriconi, G. M., & Nascimento, P. A. M. M. (2014). Fatores associados ao desempenho dos con- cluintes de engenharia no Enade 2011. Estudos em avaliação educacional, 25(57), pp. 248-278. doi: 10.18222/eae255720142831

Nogueira, E. D. A., & Tsunoda, D. F. (2015). Mineração de dados para análise da relação entre as características socioeconômicas de concluintes do ensino superior e o desempenho desses estu- dantes no Enade 2012. Percurso, 15(1), pp. 245-268. Recuperado em 05 de janeiro de 2019, de http://revista.unicuritiba.edu.br/index.php/percurso/issue/vi ew/84.

Nunes, D. F. (2015). Quem quer ser professor no Brasil: uma análise a partir de variáveis socioeconômicas de es- tudantes de licenciatura (Dissertação de mestrado). Universidade de Brasília, Brasília, DF, Brasil.

Recuperado em 05 de janeiro de 2019, de http://repositorio.unb.br/handle/10482/19036.

Oliveira, A. S. R., & Silva, I. R. (2017). Políticas de inclusão social no ensino superior brasileiro: um estudo sobre o perfil socioeconômico de estudantes nos anos 2010 a 2012. Educação em Revista, 33. doi: 10.1590/0102-4698153900

Pimentel, F. C., Lazzarotti, A., F., Inácio, H. L. D., Húngaro, E. M., & Mascarenhas, F. (2013). Ex- pansão do Ensino Superior e formação. Pensar a Prática, 16(4), pp. 956•1270. doi: 10.5216/rpp. v16i4.26072

Pizoni, F. (2014). Perfil socioeconômico e trajetória escolar de alunos de licenciatura em Ciências Biológicas e Mate- mática da Unesp de São José do Rio Preto (Dissertação de mestrado). Faculdade de Filosofia e Ciên- cias de Marília, Marília, SP, Brasil. Recuperado em 05 de janeiro de 2019, de http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UNSP_e68f4e5aec1b17c3a8049ff6e191f007.

Portaria n. 1.349, de 17 de dezembro de 2018. Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Educação Física. Recuperado em 04 de maio de 2019, de http://portal.mec.gov.br/in- dex.php?option=com_docman&view=download&alias=99961-pces584-18&category_slug=ou- tubro-2018-pdf-1&Itemid=30192.

Rabelo, M. L., Bisinoto, C., Araújo, C. M., Griboski, C. M., & Meneghel, S. M. (2015). Educação superior brasileira: perfil dos concluintes e sua percepção sobre a formação. Revista de Estudios e Investigación en Psicología y Educación, (14), pp. 1-5. doi: 10.17979/reipe.2015.0.14.869

Ribeiro, F. M., & Guzzo, R. S. L. (2017). Consciência de Estudantes Prounistas sobre sua Inserção no Ensino Superior. Psicologia: Ciência e Profissão, 37(2), pp. 418-431. doi: 10.1590/1982- 3703001472016

Rocha, A. L. P., Leles, C. R., & Queiroz, M. G. (2018). Fatores associados ao desempenho acadê- mico de estudantes de Nutrição no Enade. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 99(251), pp. 74- 94. doi: 10.24109/2176-6681.rbep.99i251.3162

Resolução CNE/CP n. 2, de 1º de julho de 2015. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a for- mação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para gra- duados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Recuperado em 15 de dezembro de 2018, de http://portal.mec.gov.br/docman/agosto-2017-pdf/70431-res-cne-cp- 002-03072015-pdf/file.

Resolução n. 510/16, de 7 de abril de 2016. No uso de suas competências regimentais e atribuições con- feridas pela Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, pela Lei n o 8.142, de 28 de dezembro de 1990, pelo Decreto n o 5.839, de 11 de julho de 2006. Recuperado em 15 de dezembro de 2018, de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2016/res0510_07_04_2016.html.

Silva, M. (2013). A influência das disposições culturais no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes do Ensino Superior (ENADE) (Dissertação de mestrado). Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil. Recuperado em 05 de janeiro de 2019, de https://repositorio.ufscar.br/han- dle/ufscar/2683.

Silva, C. M. M., Sinay, M. C. F., Rezende, J. F. C., & Araújo, G. A. (2015). Fatores determinantes para o desempenho dos alunos de administração no Enade. In. C. E. Duran, H. R. Gorgone, M.

H. Éfron. N. F. Lamarra, R. Conde, P. A. Melo, ..., W. C. Lusardi. (Orgs.) (2015). XV Colóquio Internacional de Gestão Universitária. Mar del Plata.

Silva, P. V. (2016). Avaliação e importância dos Programas de Assistência Estudantil da Universidade de Brasí- lia–UnB (Dissertação de mestrado). Universidade de Brasília, Brasília, DF, Brasil. Recuperado em 05 de janeiro de 2019, de http://repositorio.unb.br/handle/10482/21474.

Unesco, Paris. (1999). Política de mudança e desenvolvimento no ensino superior. Traduzido. Rio de Janeiro: Fusaro-LAF.