Educar para Comprender y Poder Cambiar la Ciudad

Irene Quintáns, Alexandre Pelegi

Resumen


El artículo discute las limitaciones y desafíos de lo que se ha convenido en denominar “Educación para el tráfico” en Brasil, tomando como base experiencias realizadas con niños en edad escolar de la periferia de São Paulo (especialmente Enseñanza Fundamental, de edades entre 6 y 14 años). Apuntamos cómo la educación centrada en la inseguridad viaria es practicada en Brasil y cómo las políticas públicas no acompañaron, hasta hoy, los avances observados en la legislación. Pretendemos demostrar que al revés que “educar para el tráfico” es preciso educar a los niños para comprender la ciudad en la que viven, utilizando herramientas lúdicas como, por ejemplo, talleres críticos y propositivos realizados en los colegios o, preferentemente, en espacios públicos.

Descriptores: Seguridad, Tráfico, Zona urbana, Política educacional, Juego.

 

Educating for Understanding and Be Able to Change the City

The article discusses the limitations and challenges of what has been agreed to denominate "Education for traffic" in Brazil, based on experiences with children of school age in the periphery of São Paulo (especially Basic Education, aged 6 and 14 years). We point out how education focused on road insecurity is practiced in Brazil and how public policies have not accompanied, until now, the progress observed in the legislation. We pretend to show that, unlike "educating for traffic", it is necessary to educate the children to understand the city in which they live, using playful tools such as, for example, critical and purposeful workshops held in schools or, preferably, in public spaces.

Keywords: Safety, Traffic, Urban areas, Educational policy, Play.

 

Educar para a Compreensão e Poder Mudar de Cidade

O artigo discute as limitações e desafios do que se convencionou chamar no Brasil de "Educação para o trânsito", com base em experiências realizadas com crianças em idade escolar na periferia de São Paulo (especialmente de Educação Fundamental, com idades entre 6 e 14 anos). Apontamos como a educação focada em evitar os danos da insegurança viária é praticada no Brasil e como as políticas públicas não acompanharam, até hoje, os significativos avanços observados na legislação de trânsito. Pretende-se demonstrar que, ao invés de "educar para o trânsito", deve-se educar as crianças a compreender a cidade em que vivem, utilizando ferramentas lúdicas como, por exemplo, oficinas críticas e propositivas nas escolas ou, preferencialmente, em espaços públicos.

Palavras-chave: Segurança, Trânsito, Zona urbana, Política educacional, Jogo.


Texto completo:

PDF

Referencias


Alves, R. (septiembre, 2009). A máquina de fazer salsichas. Recuperado de http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2909200903.htm

Bela Rúa. (2012). Curativos urbanos. OCARA Lab. Recuperado de http://www.redocara.com/proba-ocara-lab

Ministério da Saúde Brasil. (2014). DataSus CID. Acidentes de transportes terrestres referentes ao ano 2013. Recuperado de http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/ext10uf.def

DENATRAN. (2000). Sinalização de áreas escolares. Brasilia: Denatran.

Jacobs, J. (2011). Muerte y vida de las grandes ciudades. Madrid: Capitan Swing.

Mansilla, V. (2016). Kit detector de obstáculos. Recuperado de http://www.redocara.com/propuesta-2-ocara-lab-argentina

Mansilla, V., Quintáns, I. y Almeida, F. (2016). Rosario de 0 a 3. Revista dos Transportes Públicos, 143, art. 3.

Pelegi, A. (2016). Bom conselho. Revista dos Transportes Públicos, 142, art. 6.

Pernas, B. y Román, M. (2015). Ciudades cuidadoras, ciudades cuidadas. Recuperado de http://www.galde.eu/ciudades-cuidadoras-ciudades-cuidadas/

Prefeitura de Santo André. (2014). Conselhos mirims. Recuperado de http://portal.aprendiz.uol.com.br/2014/06/27/em-santo-andre-criancas-ajudam-adefinir-politicas-publicas-e-orcamento/

Quintáns, I. (2013). Caminho escolar de paraisópolis 2011-2013. Recuperado de http://www.cidadeemmovimento.org/premiomobilidademinuto/iniciativa/ffac23bf631a2 244f79041107b496c3b

Quintáns, I. (2015a). Estudo sobre os caminhos escolares de Jardim Ângela. Recuperado de http://cidadeemmovimento.org/com-trabalho-piloto-ivm-promove-estudos-paramelhorar-passagens-do-jardim-angela/

Quintáns, I. (2015b). Você pisa ou caminha? Recuperado de http://www.mobilize.org.br/blogs/passos-e-espacos/vocepisaoucaminha/

Quintáns, I. (2016a). Há leveza. Blog passos e espaços. Recuperado de http://www.mobilize.org.br/blogs/passos-e-espacos/haleveza/

Quintáns, I. (2016b). Redes internacionales: ¿Cómo incluir en ellas la ciudad e infancia? Revista Medio Ambiente y Urbanización, 84, 181-202.

Sanz, A. (2009). Interventions to increase traffic safety, overview of local policies. Recuperado de http://www.aeneasproject.eu/docs/2th_workshop_donostia/AENEAS_WS_Alfonso_SANZ.pdf

Tonucci, F. (1997). Charlas sobre la ciudad de los niños. Congreso internacional de educación católica, Buenos Aires. Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=l-xqruivlJU

Tonucci, F. (2004). Cuando los niños dicen ¡BASTA! Salamanca: Fundación Germán Sanchez Ruiperez.

Tonucci, F. (2012). Charlas con el consejo de niños de la ciudad de Rosario, Argentina. Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=-ikSvWLcXCE

Woolcock, G. y Steele, W. (2008). Child-friendly community indicators. A literature review. Recuperado de: http://www.childhealthresearch.eu/




DOI: http://dx.doi.org/10.15366/riejs2017.6.1.003

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.


Revista Internacional de Educación para la Justicia Social

ISSN: 2254-3139

https://doi.org/10.15366/riejs