Núm. 20 (2020): Número Especial: La Enseñanza de la Argumentación en Brasil y Argentina
Artículos

Argumentación y escritura : Secuencia didáctica para un proyecto de periódico escolar

Mayana Matildes da Silva Souza
Universidade Estadual de Santa Cruz
Publicado junio 23, 2020

Palabras clave:

argumentación, escritura, periódico escolar, secuencia didáctica

Resumen

En este artículo, presentamos una propuesta para enseñar argumentación que implica la escritura de géneros argumentativos contextualizados en un proyecto de periódico escolar. Nuestra propuesta asume la concepción de argumentación planteada por Perelman y Olbrechts-Tyteca (2014) en el Tratado de Argumentación. También recurrimos a los estudios de Grácio (2013a, 2013b) en el ámbito de la retórica y la teoría de la argumentación, buscando establecer relaciones entre la argumentación y su enseñanza, y a comentadores como Ferreira (2010) y Plantin (2008). También establecimos una relación entre la concepción de lectura argumentativa, propuesta en Grácio (2013a), y el desarrollo de capacidades argumentativas, abordada por Dolz y Schneuwly (2004) y Azevedo (2013, 2016a, 2016b). Este material de enseñanza está dirigido a estudiantes de los últimos cursos de la escuela primaria II y tiene como objetivo proporcionar contacto con prácticas lingüísticas específicas del ámbito periodístico. Por lo tanto, se organiza a través de secuencias didácticas que pueden favorecer la lectura argumentativa y el desarrollo de capacidades argumentativas.

Citas

Azevedo, I. C. M. (2013). “Desenvolvimento de competências e capacidades de linguagem por meio da escrita de textos de opinião”. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação 4, 35-47.

Azevedo, I. C. M. (2016a). “Capacidades argumentativas de professores e estudantes da educação básica em discussão”. En: E. L. Piris y M. O. Ferreira (Eds.). Discurso e Argumentação em múltiplos enfoques (pp. 167-190). Coimbra: Grácio Editor.

Azevedo, I. C. M. (2016b). “O papel da argumentação na construção de competências discursivas no ambiente escolar”. En L. S. Mosca (ed.). Retórica e Argumentação em Práticas Sociais Discursivas (pp. 159-185). Coimbra: Grácio Editor.

Bakhtin, M. (2011). Estética da criação verbal. Traducción: Paulo Bezerra. 6. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes.

Barricelli, E. y Muniz-Oliveira, S. (2010). Entrevista com o professor Joaquim Dolz. Revista Lael em (Dis-)curso 2, 3-9. Disponible en: http://twixar.me/b3MT.

Brasil. (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF.

Dolz, J. y Schneuwly, B. (2004). “Gêneros em expressão oral e escrita – elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona)”. En J. Dolz y B. Schneuwly (Eds.). Gêneros orais e escritos na escola (pp. 41-70). Campinas: Mercado de Letras.

Dolz, J., Noverraz, M. y Schneuwly, B. (2004). “Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento”. En: J. Dolz y B. Schneuwly (Eds.). Gêneros orais e escritos na escola (pp. 80-113). Campinas: Mercado de Letras.

Dolz, J y Ollagnier, E. (2004). O enigma da competência em educação. Porto Alegre: Artmed.

Dolz, J. (2010). “Entrevista: De que adianta conhecer o código, se não entende o texto?” Revista Na Ponta do Lápis VI/13. Disponible en: http://twixar.me/l3MT.

Ferreira, L. A. (2010). Leitura e persuasão: princípios de análise retórica. São Paulo: Contexto.

Grácio, R. A. (2013a). Perspetivismo e Argumentação. Coimbra: Grácio Editor.

Grácio, R. A. (2013b). Vocabulário crítico de argumentação. Coimbra: Grácio Editor.

Koch, I. G. V (2004). A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto.

Oliveira e Silva, R. P. (2010). O ensino da argumentação: o enfoque dos livros didáticos de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental. Tesis (Doctorado en Educación) - Facultad de Educación, Universidade Estadual de Campinas.

Perelman, Ch. (1991). O império retórico. Porto: ASA.

Perelman, Ch. y Olbrechts-Tyteca, L. (2014). Tratado da argumentação: a nova retórica. São Paulo: Martins Fontes.

Plantin, C. (2008). A argumentação: história, teorias, perspectivas. São Paulo: Parábola Editorial.

Rui, T. (2014). “Usos da ‘Luz’ e da ‘Cracolândia’: etnografia de práticas espaciais”. Saúde & Sociedade 23/1, 91-104.